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Cibersegurança: atividade contínua nas organizações

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Cibersegurança: atividade contínua nas organizações

Responsável por prevenir, proteger e detectar ameaças, área reúne tecnologias e processos para antecipar as tendências de ataques e responder de forma adequada às ações dos agentes mal-intencionados.

A evolução tecnológica e o consequente aumento dos registros de ataques cibernéticos, os quais resultam não apenas na paralisação das atividades, mas em implicações para a marca, como perda da reputação e do valor de mercado, são os fatores que mais inclinam os líderes empresariais a olhar para a cibersegurança como uma atividade contínua e fundamental das organizações.

Após uma violação de segurança, o custo de recuperação pode ser muito alto, assim como resgatar a perda de confiança dos clientes. No Brasil, essa preocupação é ainda mais alarmante. Segundo o relatório Fast Facts da Trend Micro, o país ocupa a terceira posição das nações mais afetadas por malwares, atrás apenas de Japão e Estados Unidos e à frente de Índia e Austrália.

Os dados do estudo também revelam que, até agosto de 2023, 109.504.000 ameaças cibernéticas foram registradas mundialmente, com destaque para o aumento considerável de ransomware. Leia mais sobre o ransomware no BlogSW.

Já dentre os segmentos mais visados, o governamental lidera o ranking no Brasil e no mundo. Enquanto no país os outros setores que sofrem mais ataques são o educacional, financeiro, de seguros e varejo, globalmente o foco são healthcare, indústrias, bancos e tecnologias.

Neste cenário de ameaças e de tecnologia em constante evolução, a cibersegurança deve acompanhar para proteger os ambientes organizacionais e estar intrinsicamente alinhada à estratégia e demais áreas do negócio.

Vetores de ataques: proteção em ação

A forma como os ciberatacantes exploram as vulnerabilidades nos ambientes corporativos é chamada de vetores de ataques.

Vetores de ataques são aplicados para explorar fraquezas e ganhar acesso não autorizado a sistemas ou dados, culminando em potenciais danos, roubo de informações ou interrupções nas operações. Dentre os mais conhecidos, estão:

• Malware: é a definição de software malicioso, como vírus, cavalos de Troia, ransomware e spyware. Eles são utilizados pelos ciberatacantes para infectar dispositivos e sistemas com o objetivo de controlá-los e/ou roubar informações.

• Exploração de vulnerabilidades: neste tipo de ataque, os cibercriminosos exploram vulnerabilidades conhecidas ou desconhecidas em sistemas ou aplicativos para obter acesso não autorizado, como a exploração de falhas de software não corrigidas.

• Ataques de injeção: compreendem a injeção de código malicioso nas entradas de dados, de forma a explorar a falta de validação ou sanitização de dados em aplicativos da web.

• Engenharia social: são aplicadas táticas psicológicas para enganar os usuários e obter informações confidenciais ou acesso aos sistemas. Dentre as práticas estão técnicas de persuasão, como se fazer passar por alguém de confiança ou induzir as vítimas a realizarem ações indesejadas. O phishing, por exemplo, tem sido uma das técnicas mais aplicadas a partir de e-mails, SMS e outros meios de comunicação com mensagens que parecem verdadeiras para enganar os usuários e, com isso, obter informações confidenciais, como senhas.

• Ataques de redes: quando há exploração de vulnerabilidades em roteadores, firewalls ou outros dispositivos de rede para ganhar acesso à rede ou interromper o tráfego.

• Ataques de exposição de portas: os hackers escaneiam as portas abertas em sistemas e serviços a fim de identificar vulnerabilidades ou serviços mal configurados.

• Ataques físicos: quando há roubo de dispositivos e servidores para que os agentes mal-intencionados tenham acesso a sistemas ou hardwares.

A cibersegurança envolve a implementação de estratégias de defesa em várias camadas para mitigar ou prevenir esses vetores de ataque.

Por isso, conhecer os diferentes tipos é fundamental para proteger sistemas e dados. A partir dessas informações, a área de cibersegurança auxilia na implementação de medidas apropriadas e tem consciência das potenciais ameaças que podem acometê-la.

Cibersegurança é uma área crítica das organizações

Com a premissa de prevenir, proteger e detectar as ameaças, a cibersegurança nas empresas é uma área essencial e que deve ser constantemente revisada para estar alinhada não apenas às estratégias do negócio, mas também à evolução tecnológica e legislações vigentes.

Desta forma, ela atua para antecipar e conter os impactos da evolução das ameaças, reduzir a expansão das superfícies de ataques, das vulnerabilidades de softwares e ameaças internas.

Além de todas essas atividades, também fica a cargo da cibersegurança a conscientização e o treinamento contínuos dos colaboradores. Essa é uma prática essencial para prevenir ataques, principalmente os de engenharia social.

Sendo assim, a cibersegurança é uma atividade contínua que requer vigilância, adaptação às novas ameaças e investimentos constantes em tecnologia e treinamento. É uma área crítica e estratégica de qualquer organização para operar e proteger seus ativos e dados.

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